Comunidade São Paulo
Histórico da Igreja São Paulo
Rua Almeida Porto – Jardim Panambí
Em 1980, com a chegada do Pe. Geraldo em Paraguaçu Paulista, na Paróquia Nossa Senhora da Paz, foram implantadas as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Nesse contexto, foram criadas quatro comunidades: Santa Luzia, São Lucas, Padre Anchieta e São João Batista. Essas comunidades funcionaram durante 17 anos, com limites bem definidos entre elas. Cada uma contava com ministros da palavra, um animador, um agente de batismo, um agente de dízimo e dois ou mais catequistas. As reuniões aconteciam semanalmente nas casas das famílias previamente definidas conforme a recepção e o espaço disponíveis.
Dessas comunidades, formou-se o Centro de Animação Pastoral São Paulo. As quatro comunidades passaram a se reunir uma vez por mês na residência do Sr. Arnaldo Berto e da Dna. Cacilda, onde era celebrada uma Missa (ou celebração) dirigida por um ministro de culto que atendia todas as comunidades. Também havia um animador e um administrador auxiliar.
Em 1982 surgiu o desejo e a necessidade de um local próprio para celebrações. Foi então promovida uma festa junina com o objetivo de arrecadar fundos, dando início a diversas atividades como rifas e festas que visavam a construção da futura igreja. Em 1986, foi feita uma manifestação com abaixo-assinado para solicitação de um terreno à Prefeitura. O então prefeito Dr. Edivaldo Hasegawa concedeu o terreno conforme a Lei nº 1536, de 19 de dezembro de 1988.
Mesmo assim, o espaço doado foi considerado pequeno para os projetos e atividades planejadas. Com isso, foi solicitado ao prefeito Carlos Arruda Garms a substituição por outro terreno, localizado em frente ao anterior. A nova área foi concedida conforme a Lei de Doação e o Projeto de Lei nº 40-89, de 17 de novembro de 1989.
As promoções não cessaram. Houve uma venda de frangos que arrecadou recursos para o material de construção. Também foi realizado um bingo no Ginásio de Esportes do Estádio Municipal, que obteve grande sucesso. Com a chegada dos Missionários dos Santos Apóstolos, foi celebrada uma nova Missa no novo terreno e iniciado o projeto da construção da igreja.
No Domingo de Ramos de 1996 (31/03), lançou-se a pedra fundamental, evento registrado em ata com as assinaturas dos presentes. Houve uma procissão saindo da futura igreja de São Paulo até a Matriz. Participaram da celebração o Frei Pedro, responsável pela construção da igreja, e membros da comunidade que, até então, realizavam encontros e catequeses nas casas de moradores como Marta Ribeiro, Dona Cacilda Bertho e Benedito Lopes.
Todo o material arrecadado foi destinado à construção do Centro Catequético, com salas de catequese e banheiros. Colaboraram com a obra: Sr. Carlos Arruda Garms, Sr. Vivaldo Francischetti, Sr. Carlos Pereira Azoia, Sr. Mondini (do jornal da cidade), Dna. Floripes Matheus, Marmorraria Paraguaçu, entre outros. Foram investidos R\$ 54.000,00.
A comunidade também promoveu um leilão de gado com quase 100 cabeças, seguido de almoço no salão da Igreja Nossa Senhora Aparecida. O gado foi doado por Joaquim Luiz de Paiva Filho, Antônio Faustino e Benedito José Lopes (administrador do Centro São Paulo).
Com tanto esforço, foi possível realizar o que antes parecia impossível. A igreja foi concluída em nove meses e a primeira Missa campal foi celebrada no dia 25 de janeiro de 1997 (dia da Conversão de São Paulo), às 18h, com a presença de Dom Antônio (Bispo de Assis), Frei Salvador, Frei Pedro e Frei Luís. Naquele dia, ameaçava chover, mas Dom Antônio pediu calma e, milagrosamente, a chuva caiu ao redor, mas não sobre o local da celebração.
A primeira coordenadoria da comunidade foi exercida por Benedito Lopes, seguida por Jurandir e depois Terezinha Bacca (que atuava no SESI). Marta, Dona Cacilda e Benedito Lopes também foram lideranças fundamentais. As missas aconteciam às quartas, sextas e sábados. Aos domingos, às 9h, havia Missa das Crianças, organizada pelas catequistas.
Com o tempo, a Legião de Maria iniciou suas reuniões semanais na igreja. Em 2001, Frei Graciano assumiu a Paróquia e a Igreja São Paulo como pároco. Depois vieram Frei Juan, Frei José, Frei Zezinho e Frei Carlos. Ainda vale lembrar a presença de Pe. Geraldo desde 1980, com o seminarista Sérgio (ordenado diácono em Paraguaçu), seguidos por Pe. Golfete e Pe. Pardal.
A comunidade também passou a celebrar a Semana da Família, sob a coordenação de Pascoal, com celebração e almoço especial iniciando em 20 de agosto. A tradicional Festa Junina, antes ausente do calendário por conta da estrutura, também passou a acontecer com organização comunitária – cada família levava um prato de doce e celebrava junto.
A partir de 2005, começaram as encenações da Via Sacra Viva nos quarteirões, e posteriormente a Paixão de Cristo passou a ser encenada no terreno em frente à igreja. Durante as novenas de janeiro havia encenação da vida de São Paulo Apóstolo e, em maio, de Nossa Senhora aos sábados.
Em 2011, o Grupo de Oração “Só pra Cristo”, que havia iniciado na casa da Célia, foi transferido para a Igreja São Paulo a pedido do Frei Ramon..
A coordenação da Roseli Bertho encerrou-se em 31 de dezembro de 2021. No dia 1º de janeiro de 2022, Esméria assumiu a coordenação com Maisa como vice e Bianca como secretária. Em 2023, Lindomar assumiu a vice-coordenação e Patrícia a secretaria. Em 2024, Eliana e Maria Cristina juntaram-se como secretárias. Em 2025, a equipe se mantém e conta também com a colaboração de Lúcia.
Em 2024, a Festa Junina foi retomada com envolvimento de toda a Paróquia, e a Legião de Maria também retornou com suas reuniões na comunidade São Paulo.
O Centro de Animação Pastoral São Paulo segue firme, ativo e comprometido com a evangelização e o serviço pastoral, mantendo acesa a chama da fé e do amor fraterno em sua comunidade.
Acontece na Comunidade
Missas:
Celebrações:
Grupo de Oração:
Atenção: horários sujeitos a alterações sem prévio aviso, conforme programação semanal da Paróquia
ACESSO RÁPIDO